Karina Bacchi revela, estou grávida do meu primeiro filho.

Não é segredo e nenhuma novidade, que a apresentadora e modelo, Karina Bacchi está à espera do seu primeiro filho.

E a sua história chamou a minha atenção, as dificuldades que karina enfrentou, comoção da gravidez, por isso decidi compartilhar aqui no blog, um pedacinho da sua história, que está em todas as redes sociais...

O texto abaixo é o mesmo relato do Instagram, que compartilho aqui no espaço do blog, em Partos e Relatos. E se você quer compartilhar a sua história e incentivar outras mamães e mulheres, é só enviar o seu texto para: mãe.semfronteiras@gmail.com


Karina Bacchi revelou, em entrevista à revista "Contigo!", que está grávida do primeiro filho. 

A modelo de 40 anos optou por uma produção independente e fez tratamento de fertilização in vitro. Nesta quinta-feira, dia 9, ela postou no Instagram a capa da publicação, na qual aparece já exibindo uma barriguinha, e escreveu:

"Oi, meus queridos, é com muita alegria que compartilhar com vocês essa vitória! Me sinto abençoada e muito feliz à espera do meu anjinho. Tanta coisa aconteceu do ano passado para cá: cirurgia de retirada das trompas, meses de reflexão, separação, orações, tratamento para fertilização, decisões importantes a serem tomadas com responsabilidade e pés no chão, e enfim a tão esperada notícia: sim, gravidíssima, há 13 semanas realizando o sonho de poder gerar uma vida. Essa luz que já sinto brilhando aqui dentro, me faz transbordar... Esse coração que agora bate por dois só tem motivos para agradecer a possibilidade que Deus me concedeu. Plantamos as sementes mas só Ele tem o poder de fazer germinar [...]
Obrigada pai e mãe por me apoiarem e estarem ao meu lado em cada etapa, vibrando amor por mim a família está crescendo. Respiro gratidão e oro diariamente para que meu Bacchi Baby chegue ao mundo com muita saúde. Aqui já existe uma mãe que transborda gratidão, ternura, amor e muito afeto, esperando ele chegar... E que assim seja, te amo, meu anjo".

Escreveu Karina, que usou as hashtags.
#karinabacchi #grávida #13semanas #blessed #pregnant #pregnancy #mãe#feliz".

Segundo trecho lido na revista Ego, Karina se mostrou prevenida, e congelou os óvulos com 35 anos, mesmo na época não ter o desejo amadurecido da maternidade...

♥ ♥ ♥
Sim, cada um sabe a dificuldade e alegria dos seus dias, mas as dores reais, só a gente sabe, só a gente sente, lá no nosso íntimo...
E falar da nossa intimidade, das nossas escolhas, das nossas perdas e dificuldades, por vezes dói, e não é tão confortante... 

E Karina, não passou por dias muitos confortantes, mas agora faz questão de dizer: estou plena, feliz, realizando um sonho que floresceu e me fez reviver após dias difíceis da minha vida, e agora estou muito bem e já posso dizer “Sou Mãe”, porque trago dentro de mim uma vida, um coração que bate, um pedacinho de mim... (Uma pequena reflexão que eu (Jú) fiz, dos sentimentos mais lindos que podemos observar, ao aflorar de uma grávida).

A gravidez faz isso com a gente, faz transbordar uma alegria que não pode ser contida, uma alegria que transborda e contagia...
Karina, desejo toda felicidade do mundo, que seu filho tenha muita saúde, Deus abençoe e proteja vocês, e toda a família...
♥ ♥ ♥
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Descubra as possíveis causas no Aborto indesejado.

O assunto aborto é muito polêmico, mas o texto abaixo compartilhado é de especialistas da área, que desejam falar e explicar sobre as possíveis causas dos abortos indesejados.

Existem muitos casos e situações, na qual a mulher deseja o aborto, mas não é o assunto a tratar aqui.

O aborto indesejado ou por repetição, como o assunto irá tratar, é aquele que acontece por algum motivo, que precisa ser investigado e detectado através de exames, para poder ser evitado, tratado, na busca de uma gestação plena e realização do sonho de Ser Mãe.

Texto: Vida Fértil. 

Os médicos consideram que o aborto é recorrente ou de repetição quando a mulher sofre 3 ou mais abortos consecutivos. O problema, que é um obstáculo para que mulheres realizem o sonho da maternidade, pode chegar a causar sérios danos psicológicos nas pacientes. O aborto de repetição possui múltiplas causas, sendo as mais freqüentes:

- Genética: quando há alguma alteração genética no embrião;
- Anatômica: quando existem fatores uterinos que impedem o crescimento dos embriões;
- Trombofilia: Quando há um problema de coagulação no sangue da mulher que obstrui os vasos que alimentam o embrião;
- Infecções: doenças infecciosas
- Alterações endócrino-metabólicas: alterações tireoidianas e do metabolismo do açúcar no sangue
- Imunológica: quando um problema no sistema de proteção imunológica da mãe produz anticorpos que rejeitam o embrião
- Fator masculino: devido ao aumento de quebras do DNA do espermatozóide
- Causas desconhecidas: quando não se descobre a causa que leva ao aborto de repetição

"Um aborto ocasional pode ser considerado uma situação normal, uma vez que de 10 a 20%  das gestações evoluem para aborto. A partir de 3 vezes, a mulher deve procurar o seu ginecologista e ele pode encaminhá-la para um especialista em reprodução humana que conduzirá o tratamento de acordo com cada caso", afirma o Dr. Paulo Gallo Sá, diretor médico do Vida Centro de Fertilidade.

Especialistas tiram dúvidas sobre abortos de repetição em transmissão ao vivo na Internet
O evento gratuito é organizado pelo Vida - Centro de Fertilidade, um dos mais renomados serviços de Reprodução Humana do Rio de Janeiro

A transmissão ao vivo na internet será no dia 16 de fevereiro, a partir das 20h. Durante uma hora, o ginecologista e especialista em Reprodução Humana Assistida Dr. Cássio Sartório, da equipe médica do Vida, irá responder perguntas e esclarecer dúvidas das pessoas que participarem do evento. O primeiro bate-papo on line e gratuito foi realizado em dezembro do ano passado e contou com a participação de 80 inscritos.
"Esse será o segundo webcasting de uma série de eventos que nós estamos promovendo para dar oportunidade de esclarecer as dúvidas daquelas pessoas que não tem acesso a um especialista em Reprodução Assistida", afirma a Dra. Maria Cecília Erthal, também diretora médica do Vida - Centro de Fertilidade.

Serviço
Evento: Webcasting sobre aborto de repetição
Data: 16/02/2017
Horário: 20h        
Médico: Dr. Cássio Sartório
As inscrições gratuitas podem ser feitas no site: https://goo.gl/forms/iWdvq84SssAEMOxn1

Sobre o Vida - Centro de Fertilidade | www.vidafertil.com.br
Certificado pela Rede Latinoamericana de Reprodução Assistida. As instalações modernas, com equipamentos de última geração, ocupam uma área de mais de 600 metros quadrados no edifício MD.X Barra Medical Center, na Barra da Tijuca e conta com consultórios em mais 7 bairros: Copacabana, Ipanema, Centro, Tijuca, Méier, Madureira e Campo Grande. 
É dirigido pelos ginecologistas e obstetras Maria Cecília Erthal e Paulo Gallo, especialistas em Reprodução Humana Assistida que ajudam casais inférteis há mais de 20 anos e têm extensa experiência em patologias que prejudicam a fertilidade. A equipe de especialistas conta ainda com ginecologistas, embriologistas, biomédicos, urologistas, um anestesista, uma psicóloga e uma nutricionista.
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O que as mulheres mais velhas devem fazer para preservar a fertilidade

Esse é um assunto muito atual, que mulheres cada vez mais buscam informações, estão interessadas nas propostas e assuntos sobre gravidez tardia, ou ainda querem engravidar mais não conseguem, e precisam buscar informações... 

Por isso estou compartilhando um texto, para ajudar mulheres que desejam engravidar, desejam saber mais sobre o assunto, e que precisam de locais que possam auxiliar...


As pesquisas do IBGE confirmam tendência de gestações tardias com maior aumento no número de grávidas na faixa etária de 35 a 39 anos
As pesquisas de Registro Civil do IBGE revelam dados impressionantes sobre o comportamento da mulher em relação a gravidez. De acordo com o último levantamento, referente a 2015, houve aumentos exponenciais do número de grávidas em todas as faixas etárias a partir dos 30 anos, confirmando uma tendência de que as mulheres no Brasil estão tendo filhos cada vez mais tarde por causa de exigências profissionais, opção pessoal e também pelos avanços nos tratamentos de Reprodução Assistida.
De acordo com o IBGE, em dez anos fica clara a inversão de expectativa, com o registro de crescimento bem menor no número de gestações nas faixas etárias mais jovens. Veja alguns números do IBGE: 
·  Mulheres entre 15 e 19 anos – crescimento de 13,7% em 10 anos.
·  Mulheres de 20 a 24 anos – crescimento de 16,3% em 10 anos.  para 388.
·  Mulheres entre 30 e 34 anos – crescimento de 37,8%. Em 2005, 428.371 crianças nasceram de mães nesse grupo etário. Em 10 anos, saltou para 590.394
· Mulheres grávidas de 35 a 39 anos - crescimento de 46,8%. Em 2005, 208.424 crianças nasceram de mães com essa faixa de idade. 10 anos depois, o número chegou a 305.989.
·  Mulheres grávidas com mais de 50 anos – crescimento de 40,6%. Em 2005, os cartórios brasileiros registraram o nascimento de 276 crianças filhas de gestantes nessa faixa etária. Em 10 anos, esse número pulou
 “O problema da opção pela gravidez tardia é que a capacidade reprodutiva praticamente não evoluiu. As mulheres continuam mantendo as taxas mensais de perda de óvulos, diminuindo mil óvulos em cada ciclo menstrual, e chegam nas idades mais avançadas com menos chances de realizar o sonho da maternidade”, afirma o ginecologista e obstetra Dr. Paulo Gallo, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Reprodução Humana e diretor-médico do Vida – Centro de Fertilidade, do Rio de Janeiro. A esperança da gravidez para essas mulheres  veio com a evolução dos métodos de Reprodução Assistida, que vem garantindo resultados expressivos e aumento nas taxas de sucesso dos tratamentos.
Do ponto de vista biológico, a idade limite para engravidar é a menopausa, que é a representação orgânica do final do seu potencial de engravidar. Do ponto de vista da Medicina Reprodutiva, estando a mulher apta, isto é, não possuindo nenhuma doença que possa ser agravada pela gestação, estando ciente dos riscos aumentados da gestação para a idade e a mulher ainda possuindo útero, não existe idade limite. Entretanto, do ponto de vista da Regulamentação da Medicina Reprodutiva, é preconizado que as mulheres engravidem antes dos 50 anos. Após essa idade existe um risco muito maior de doenças ligadas à gestação como a diabetes e a hipertensão gestacional. Além disso, existe uma grande preocupação com o relacionamento familiar dessa criança já que seus pais terão idade muito mais avançada.
“Preservar a fertilidade significa guardar os gametas (óvulos e espermatozoides) congelados para uso futuro. Mas as pessoas devem ficar atentas porque muitos métodos usualmente utilizados são limitados”, afirma a ginecologista e obstetra, Maria Cecília Erthal, especialista em medicina Reprodutiva e também diretora-médica do Vida – Centro de Fertilidade. Veja quais são as principais técnicas indicadas para as mulheres mais velhas:    
Congelamento de Embriões
Aproximadamente metade dos casos de fertilização in vitro evolui com mais embriões do que aqueles que serão transferidos. Isso ocorre porque existe um limite no número de embriões que devem ser transferidos, a fim de se evitar gestações múltiplas. Os embriões não transferidos devem ser congelados e, caso a tentativa de FIV seja um sucesso, podem vir a ser descongelados para se tentar um segundo filho. Ou então, caso a tentativa não tenha resultado na gestação desejada, os embriões podem ser transferidos no mês seguinte.
O congelamento representa uma série de vantagens para o casal
·  Quando sobram embriões em boas condições de congelamento, isso significa que a mulher respondeu bem às medicações para estimulação ovariana, que a fertilização foi adequada e que houve evolução para embriões de boa qualidade;
·  Um mesmo ciclo de estimulação ovariana pode gerar mais de uma transferência de embriões;
·  Se o casal obteve a gestação e não quer mais filhos, existe a possibilidade desses embriões virem a ser utilizados, em um futuro próximo, como células tronco para o tratamento de doenças.
 Congelamento de Óvulos
Diferente do homem, a mulher não tem formação de novos gametas (óvulos). Ela já nasce com seu estoque, que vai sendo consumido ao longo da vida. Além disso, o envelhecimento diminui a quantidade de óvulos geneticamente normais, sobrando para o fim da vida reprodutiva óvulos de má qualidade genética. Por esses motivos, o ideal é que a preservação se faça até os 35 anos.
O congelamento de óvulos já é uma técnica bem estabelecida e de grande sucesso. No entanto, para se obter óvulos em quantidade segura, para garantir uma futura gestação, é necessário o uso de medicamentos para estimulação da ovulação, processo que dura aproximadamente 20 dias. Dependendo da quantidade de óvulos produzidos, pode ser necessário mais de um ciclo de estimulação para gerar uma quantidade suficiente de óvulos que aumente a chance de uma gestação futura, tendo em vista que não se sabe exatamente quantos irão fertilizar após o descongelamento.
Existe ainda a alternativa de congelar o tecido ovariano, mas essa é uma técnica ainda considerada experimental.
Congelamento do Tecido Ovariano
O congelamento de tecido ovariano é outra alternativa. Já existem casos publicados de gravidez utilizando-se esta técnica, no entanto, ainda é uma técnica considerada experimental.
Sobre o Vida - Centro de Fertilidade | www.vidafertil.com.br

Certificado pela Rede Latinoamericana de Reprodução Assistida. As instalações modernas, com equipamentos de última geração, ocupam uma área de mais de 600 metros quadrados no edifício MD.X Barra Medical Center, na Barra da Tijuca e conta com consultórios em mais 7 bairros: Copacabana, Ipanema, Centro, Tijuca, Méier, Madureira e Campo Grande. 
É dirigido pelos ginecologistas e obstetras Maria Cecília Erthal e Paulo Gallo, especialistas em Reprodução Humana Assistida que ajudam casais inférteis há mais de 20 anos e têm extensa experiência em patologias que prejudicam a fertilidade. A equipe de especialista conta ainda com ginecologistas, embriologistas, biomédicos, urologistas, um anestesista e uma nutricionista.  
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KidZania São Paulo terá Carnaval para crianças.

A Cidade feita para as crianças terá programação especial do dia 25 de fevereiro a 1 de março.

São Paulo, fevereiro de 2017 – A KidZania, opção de lazer para crianças em São Paulo localizada no Shopping Eldorado, terá programação e descontos especiais para o Carnaval. Além das mais de 50 atividades já presentes no espaço, haverá bloquinhos pela rua, aulas de dança na praça central, muita música e diversão. Quem vier fantasiado terá desconto de 10% no ingresso (válido apenas para as crianças). Durante o Carnaval o preço da KidZania será R$ 99 para crianças de 4 a 14 anos e R$ 39 para adultos. O horário de funcionamento será das 12h às 18h30min.  

A KidZania São Paulo teve sua inauguração em fevereiro de 2015. O espaço, localizado em uma área de 8.500m² no segundo subsolo do shopping Eldorado, recebeu investimento de R$ 50 milhões de reais. Com o conceito de “edutenimento”, fruto da união dos termos “educação” e “entretenimento”, inédito no Brasil, destina-se a crianças com idades entre quatro e 14 anos.  Desenvolvido pela KidZania, o formato já recebeu diversos prêmios internacionais de qualidade e inovação.

Na KidZania as crianças se divertem e aprendem, praticando atividades reais como hospital, teatro, fábricas, estúdios, entre outros cenários. Assim, os pequenos vivenciam experiências que priorizam a educação, a sustentabilidade e a cidadania. Veja algumas fotos do local.







“Cada atração é uma réplica detalhada e perfeita de um estabelecimento verdadeiro, com suas próprias áreas reproduzindo a realidade. Oferecemos o ambiente e as crianças entram com a imaginação”, explica o presidente da KidZania Brasil, Emilio Medina.

São mais de 50 opções de atividades pensadas e desenvolvidas por pedagogos, para que as crianças coloquem em prática, com toda a infraestrutura necessária, o princípio básico do “jogo de interpretação”. Organizado como uma verdadeira cidade, a KidZania possui ruas, quarteirões e praça.

Conceitos de economia e finanças também são colocados em prática na KidZania. Uma moeda especial, chamada “KidZo”, é a chave para que as crianças tenham acesso aos diferentes serviços e experiências na cidade. Assim, terão a oportunidade de realizar transações financeiras no banco, adquirir diversos itens da cidade e terem noções básicas de educação financeira.

Valores sociais
A promoção de valores sociais e o desenvolvimento da autoestima, criatividade, cooperação, liderança, independência, responsabilidade social e do envolvimento com a comunidade, também fazem parte do “Edutenimento”.

O Brasil é o primeiro país a contar com a parceria inédita entre a KidZania e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF). Por meio dela, os visitantes poderão conhecer o trabalho da organização através da “Missão UNICEF”. Durante a experiência, meninos e meninas vivenciarão o dia a dia da organização pela promoção do desenvolvimento infantil e em situações de emergência. Os adultos também serão convidados a fazer suas doações à organização.

A KidZania São Paulo tem equipe de 200 funcionários e capacidade para receber cerca de 450 mil visitantes ao ano. 

Sobre a KidZania
Criada em 1999, a KidZania está presente em Tóquio (Japão), Seul (Coreia do Sul), Lisboa (Portugal), Koshien (Japão), Dubai (Emirados Árabes), Jeddah (Arábia Saudita), Jacarta (Indonésia), Kuala Lumpur (Malásia), Santiago (Chile), Santa Fé (México), Cuicuilco (México), Monterrey (México), Bangkok (Tailândia), Cidade do Kuwait (Kuwait), Mumbai (Índia), Cairo (Egito), Istambul (Turquia), Jedah (Arábia Saudita), Londres (Inglaterra), Manila (Filipinas), Moscou (Russia), Busan (Coreia do Sul), Sentosa (Singapura) e Nova Deli (Índia) além de estar em desenvolvimento em sete países.  

Serviço
Endereço: Shopping Eldorado – Av. Rebouças, 3970, Pinheiros - segundo subsolo
Telefone: (11) 39954500
Funcionamento: Quinta e sexta-feira das 11h às 16h / fim de semana e feriado das 12h às 18h30min

Preços:
Quinta e sexta-feira R$ 69 (criança de 4 a 14 anos) e R$ 29 (adulto). Fim de semana, feriado e CARNAVAL R$ 99 (criança de 4 a 14 anos) e R$ 39 (adulto)
Idade: entre quatro e 14 anos
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Nunca foi questão de Valor e sim de Valores.


Falar sobre nossa opinião, questões diárias e familiares, até mesmo sobre nossa vida e pensamentos, nem sempre é fácil, porque inúmeras vezes somos condenadas a uma má interpretação de texto, de contexto...

Já escrevi textos enormes, reescrevi e depois deletei por perceber que poderia ser mal compreendida em minhas palavras...

Escrever, falar, dar a opinião, ou simplesmente escolher um estilo de vida contrário da maioria, por vezes é dar “a cara a tapa” como diz por ai...

Mas algo tocou meu coração profundamente essa semana, que foi o simples fato de colocar meu filho no transporte escolar, e não poder conduzi-lo até a escola, pessoalmente. Ter que dar o beijo, abraço e abençoar sua ida na escola na porta de casa, não foi algo tão confortante assim, mesmo vendo crianças comportadas no transporte escolar, mesmo tendo referencias do motorista e da senhora que acompanha o trajeto e as crianças junto, mesmo assim o coração apertou...

Mas claro, posso afirmar que entreguei meu filho com confiança, no trabalho feito pelo transporte escolar, e meu coração e instinto de mãe também está confiante que nesse momento é a coisa certa a fazer, não tenho dúvidas... 
Mas o coração apertou, porque pude sentir na alma que minhas escolhas nunca foram atreladas ao valor material, do dinheiro e sim de valores, do sentimento, do emocional e espiritual da vida...

Como doeu não estar lá na porta da escola para dar o beijinho de: boa aula, fica com Deus, se comporte...

Sabem queridos (as) leitores (as), esse período do beijinho na porta da escola é tão curto, passa tão rápido, que desejo aproveitar todos que eu puder, enquanto eu puder.

Não me leve a mal, acho o trabalho do transporte escolar essencial, porque reduz o transito de carros na porta da escola, é um meio de trabalho e de sobrevivência de famílias... Sei que muitos pais nem tem esse prazer de levar ou buscar os filhos na escola por conta do trabalho, e também sei que muitas pessoas acham essa questão pequena demais para ser levada em consideração, já que é algo tão simples de fazer, que pode ser feito por qualquer pessoa...

Sim, levar crianças na escola é fácil, porque não demandam esforço para aprender, regras difíceis de executar, mas é algo muito importante e significante para mim...

A questão é minha mesmo, particular, um sentimento meu, que apertou o coração, que pode ser uma questão simples ou insignificante para alguns, mas que para mim faz uma diferença enorme, e aos poucos, nesses pequenos detalhes a gente vai sentindo que não temos o controle da vida...
A independência vai chegando de mancinho, mesmo sem a gente se dar conta, e graças a Deus por isso, porque se ela chegar é porque estamos vivos, e a vida está seguindo o fluxo...

A questão aqui é que sou grata a Deus por acompanhar de pertinho o amor do meu filho, seu crescimento, evolução, independência... Já tentei trabalhar período integral fora de casa, já tentei trabalhar meio período, já fiz a conta se vale ou não a pena ficar em casa cuidando da casa, da família, e ser uma sem status (risos), como tenho sido ao seguir a carreira de empreendedora do lar (risos), mas foi nesse pequeno detalhe da vida que pude perceber que fazer contas não adiantaria no meu caso...

A minha escolha de vida, mesmo com as dificuldades encontradas como mãe e dona de casa, as minhas escolhas estão atreladas a Valores e não a Valor.

As minhas escolhas têm um peso espiritual, que vem dos ensinamentos de Deus, da bíblia, as minhas escolhas são sentimentais, emocionais, do coração.
O amor está justamente nos pequeninos detalhes, nas coisas que aparentemente não tem valor...

Aproveito o texto para dizer: aproveitem ao máximo a infância dos vossos filhos, toda a bagunça de brinquedos, os banhos demorados, o colinho, os beijinhos e cheirinhos, as mil vezes que eles (elas) chamam para mostrar algo que fizeram...

Dia gostoso e perfeito para brincar, dia parque e um sorvetinho. Amo essa foto com boca suja de sorvete...rs
Aproveitem, aproveitem ao máximo, enquanto a casa tem barulho, tem uma baguncinha aqui ou outra ali... Não reclamem da falta de tempo para se cuidar, ou para viajar... Porque tão em breve, quando menos você esperar, a casa terá um silencio que chega a doer, a cama terá espaço de sobra para o casal, a casa vai estar um brinco, e você terá tempo de sobra para viajar e curtir a vida... 

Ai a vida, um misto de dor e amor, de alegrias, tristezas, saudades... Uma nostalgia que contagia, uma alegria que irradia...

♥ ♥ ♥ 
Andar de mãos dadas e ter a certeza de estar conduzindo ao local certo, ficar no blá blá blá até a porta da escola, encher meu filho de beijos até quase furar as bochechas, dar as mesmas recomendações de educação e comportamento todos os dias, dar muitas risadas, escutar os segredos mais doces sobre a namorada de infância, pisar em poças de aguá em dias de chuva, é o que desejo fazer enquanto isso não for mico (para ele), enquanto esse sentimento de felicidade for a coisa mais linda, bela e emocionante de fazer...
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Dia de cineminha – A Bailarina o filme.


As queridas Aline e Sam, da produtora Otagai, nos convidou para assistir ao lançamento oficial de A Bailarina o filme​, na sede da Paris Filmes em São Paulo para uma sessão VIP, e uma animação infanto-juvenil, para as crianças. Infelizmente não foi possível comparecer, mas posteriormente ganhamos os ingressos para conferir o filme, e ontem a gente foi ao cinema.

A Bailarina é um filme fascinante, porque fala de sonhos, de não desistir e nunca deixar de acreditar em si mesma, nos verdadeiros sonhos, aqueles que sempre fizeram parte da gente, os sonhos que vem do coração. 
O bacana do filme, é porque retrata uma situação muito comum nos dias atuais, que são crianças que vivem e moram em orfanatos... Com certeza uma inspiração e motivação para as crianças órfãs, nunca deixarem de sonhar, acreditar e correr atrás dos seus sonhos. 

O Vitor gostou muito do filme, principalmente do amigo da Felicie (A Bailarina) que se chama Victor, um amigo tão sonhador quanto a bailarina, e um inventor, assim como meu Vitinho...rs
Super recomendo o filme, abaixo segue maiores informações.

A Bailarina

Num cenário parisiense do ano de 1869, uma pequena sonhadora torna-se gigante. A menina órfã toma uma atitude arriscada para conseguir o que quer: foge para Paris para realizar o sonho de ser uma grande bailarina. Lá ela decide se passar por outra pessoa, e consegue uma vaga no Grand Opera, onde vai aprontar muitas aventuras. Em sua jornada ela conhece pessoas, faz amizades e passa por alguns desafios...

A animação A Bailarina, lançamento das férias de verão de 2017, é um convite ao mundo onírico de uma fase da infância em que tudo é possível pois o ser humano já tem vontades e habilidades e ainda não experimentou grandes fracassos que desanimem de tentar tudo que deseja.

A época em que se passa o filme é especial, final do século XIX, no auge das invenções e das oportunidades criadas pelo avanço tecnológico, científico e econômico.

O tema é especial: o sonho de ser artista, de atuar numa profissão para poucos, de ter reconhecimento num trabalho de importância social e ao mesmo tempo inatingível para quem não nasceu em berço de ouro.

O universo parede duro: crianças órfãs. Mas o que, à primeira vista, parece sinalizar um filme depressivo, que foca nas dificuldades da vida dos órfãos Felicie e Victor, transcende o que falta e foca no que sobra: a confiança de que podem realizar seus sonhos.

Os personagens são fora do comum, com as figuras de pai e mãe são diluídas e vividas no relacionamento de amizade e mentoria, como a faxineira Odette, que se torna professora de balé, o professor do teatro, Merante, que tinha afinidades com a Bretanha dos órfãos, o cuidador das crianças no orfanato, a madre superiora. Cada adulto, de certa forma, compõe parte da imagem da figura paterna ou materna que falta aos personagens, trazendo um pouco da nossa vida, do nosso jeito e das nossas desventuras pessoais.

E a ideia era essa, como explicou Gabriel Gurman diretor de MKT da Paris Filmes no Brasil:

“Esperamos que a animação conquiste crianças, jovens e adultos. O filme fala de sonhos e dialoga com todas as idades. Notamos que o público foi contagiado pelos momentos de aventuras e perseverança da trama. Tanto as crianças quanto os adultos estão se divertindo durante as sessões e comentaram da qualidade da animação.”

Nessa linha, dentre as ações da Paris Filmes, como convidar a bailarina Claudia Mota para ser embaixadora do filme no Brasil e convidar crianças do Instituto Novos Sonhos, na região da Cracolândia, para viver um dia cheio de encantos com aula de balé e sessão de filme, uma envolvia pais e filhos num ambiente de criatividade livre: uma oficina de musicalização.

No dia do lançamento oficial de A Bailarina O Filme​, a Otagai MídiasSociais​ reuniu mães e filhos na sede da Paris Filmes em São Paulo para uma sessão VIP da animação infanto-juvenil, seguida de uma atividade musical com a cantora e educadora musical Raquel Braga, acompanhada do violinista e flautista Felipe Lemus.
As atividades criativas ressaltaram os valores do filme: a amizade, a doçura das desventuras, erros e acertos, o significado do coletivo para concretização dos objetivos e o afeto que nos une. Veja fotos aqui: http://bit.ly/oficinaabailarina.

A Bailarina, o filme

O filme francês conta com direção de Eric Summer e Éric Warin e roteiro do trio Carol Noble, Eric Summer e Laurent Zeitoun. A produção ambientada na Paris do século XIX narra a história de Felicie, uma sonhadora menina órfã que almeja realizar o sonho de ser uma grande bailarina. Para isso, a jovem toma uma atitude arriscada para conseguir o que quer: foge para Paris e decide se passar por outra pessoa, e consegue uma vaga no Grand Opera, onde vai aprontar muitas aventuras.

Raquel Braga

Licenciada em Música pela Faculdade Paulista de Artes e em cursos de extensão na área da Música e Educação, formada em Pedagogia, atualmente é educadora musical e contadora de histórias no Colégio Vértice e assistente da Prof.ª Drª Enny Parejo.
Professora convidada para atuar na creche conveniada ao Sesc Consolação em 2016.
É aluna de percussão de Ari Colares e de canto popular com a fonoaudióloga e cantora Beth Amin. Participou de cursos na área de Educação e Música com renomeados professores: Iramar Rodrigues, Carlos Miróz, Enny Parejo, Josette Feres, Leila Vertamatti, Teca Alencar, Marly D'Ávila, Beth Amin, Mara Campos, Claudia Freixedas, entre outros.
Cantora do estilo MPB e compositora participa de projetos musical com a Banda Estampa Fina e apresenta-se em casas como o Grazzie a Dio.
Fanpage: facebook.com/quelbra

Otagai Mídias Sociais

Criada como uma produtora para atuar na tecedura de redes, atuando na aproximação entre influenciadores que atuam em redes sociais com marcas que valorizam o relacionamento de qualidade com estes porta-vozes dos "consumidores 2.0", desde 2011 a Otagai realiza ações personalizadas com ativação de conteúdo em novas mídias tendo como foco o tripé “caráter + conteúdo + relevância” dos seus produtores.

Crítica de  Rodrigo Torres no Adoro Cinema focando na Belle Époque:

França, século 19. Fim do século 19. "Belle Époque". Sob o olhar fascinado de Félicie Milliner, a menina órfã que sonha em se tornar bailarina, conhecemos a Paris de 1880: uma cidade ainda vazia, porém efervescente, em plena transformação — urbana, cultural, social; total. Victor, o amigo de Félicie que constrói máquinas voadoras para auxiliá-la nas fugas, é, inteligentemente, um inventor. Desse modo, o menino que vem a ser funcionário de Gustave Eiffel personifica, com singeleza, o marco do progresso tecnológico no mundo moderno que foi a Belle Époque, revolucionando a comunicação e os transportes, impulsionando a arquitetura e as artes.

Assim, se a Estátua da Liberdade prestes a ser presenteada aos Estados Unidos e uma Torre Eiffel em construção representam um período histórico e também funcionam como ótimos cenários de ação dos protagonistas, as cenas externas da Cidade Luz remontam sutilmente à pintura impressionista. Até a definição da animação franco-canadense, sem o grau de nitidez das produções multimilionárias de Hollywood, mostra-se eficiente, pois realça as características do célebre movimento artístico dessa bela época.

Entrevista com Mel Maia para a Revista da Folha:

Você já tinha feito algum trabalho de dublagem?
Foi à primeira vez, e foi muito maneiro. Eu só tinha dublado a minha própria voz na fala de um filme que eu tinha gravado, e que não tinha ficado boa. Foi legal porque eu amo desenho e não entendia como funcionava todo esse processo. Quando eles me chamaram, eu logo aceitei.
Quanto tempo durou a dublagem de Felicie?
Foram três semanas de preparação para entender como tudo funciona e depois, gravando mesmo, uns três dias. Na preparação eu assisti ao filme em inglês, entendi como era a personagem, vi qual fala ficava melhor na boca dela. A gente recebe o texto, mas se tem algo que fica ruim e que encontramos uma palavra melhor, parecida, a gente pode trocar.
Prefere atuar ou gosta mais de dublar?
Eu gosto mais de atuar. A dublagem foi como um trabalho para relaxar. É uma coisa boa, que não dura tanto tempo, então é algo diferente.
Que mensagem a protagonista do filme passa?
A Felicie é persistente, é corajosa, ela mostra que você nunca deve desistir dos seus sonhos. Acho que essa é a principal mensagem que ela vai passar para as crianças.
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O segredo e sucesso da criação dos filhos.


O segredo e sucesso que na verdade não tem segredo, é participar da vida dos filhos e observar os comportamentos pessoais e individuais de cada filho (a), para trabalhar tanto as condutas morais, familiares, quanto o individualismo de cada filho (a).
Só isso, participar e observar o comportamento e a particularidade de cada filho ou filha.

Vamos entender um pouco de cada situação?

Estar presente, participar de corpo e alma na vida dos filhos é o maior presente e recordação da vida deles.
Ninguém comenta ou recorda sobre o brinquedo incrível da infância, na verdade a gente lembra sim dos brinquedos ou jogos legais... Mas as verdadeiras recordações são das pessoas, do sentimento e alegria dos momentos vividos, das dores e perdas, dos passeios em família, das rodas de conversa e risadas na casa da vovó ou tios, das diversões com os amigos da rua ou da escola...

Um detalhe importante que preciso comentar, é que a criança percebe quando não estamos prestando atenção de verdade, quando nosso corpo está ali, mas nossa cabeça e atenção não... A criança percebe tudo, inclusive as intenções do coração...

Um dos vídeos lindos e emocionantes que assisti do Marcos Piangers (Pai, Palestrante, Escritor do livro Papai Pop), foi sobre uma questão que chamou muito a minha atenção, que são as verdadeiras intenções do coração.
Piangers conta em um dos seus vídeos, que sua mãe não chegou a tempo de assistir sua apresentação na escola quando criança, e no final, enquanto acompanhava a professora na arrumação do local, aparece à mãe toda afobada, com bolsa e chaves quase caindo de suas mãos, na correria e tentativa de ver a apresentação do filho... E para o Marcos Piangers, isso foi à maior satisfação e presente que ele poderia receber naquele momento... Porque ele percebeu na expressão de sua mãe, a vontade de estar ali, o esforço feito para estar ali, mesmo sem sucesso.

Então papai e mamãe, aproveitem essa dica de ouro... Os filhos sabem, percebem, quando a gente se esforça para fazer algo para os filhos, para estar presente nos locais importantes da vida...

Não desista de estar com seus filhos, mesmo que o tempo seja escasso.

E não delegue tudo, achando que nada tem importância, porque às vezes uma simples apresentação de uma peça de teatro da escola, ou se esforçar para ir buscar o (a) filho (a) na saída da escola (mesmo que de vez em quando), tem mais valor, do que assistir ao maravilhoso espetáculo de fogos do castelo da Disney, que você planeja e trabalha duramente para levar os filhos... Pense nisso.

E quando observamos o comportamento individual de cada filho (a), a gente compreende, respeita, sabe agir, sabe o que esperar em cada situação, sabe como agradar e conquistar, até onde podemos ir...

Fazer muitos planos, criar muitas expectativas, principalmente em cima de uma infância baseada na nossa, nos nossos sonhos de infância... Almejar e traçar metas para os filhos, em cima de desejos financeiros, carreiras promissoras, tentando garantir felicidades plenas, causa frustrações tanto nos pais como nos filhos.

Enquanto pais trabalham horas e horas, em busca do melhor carro, a casa maior, a viagem dos sonhos, os filhos querem e desejam ouvir o barulhinho das chaves abrindo a porta de casa, quem sabe até mais cedo do que de costume, e depois escutar: que saudades filho (a), vamos brincar? Na seqüência serem embalados com um abraço apertado, beijos disparados, e um monte de falatório surge das crianças de como foi o dia delas, como foi isso, como foi aquilo...

Observar características e comportamentos pessoais de cada filho (a) individualmente, sem fazer comparações com o filho da vizinha, do colega de trabalho, sem criar expectativas mirabolantes, deixando o fluxo da vida e dos dias fluírem, na simplicidade que uma infância demanda, é tudo que seus filhos precisam.

Todo filho (a) é único, todo ser é único, tem sua individualidade, por isso use sua intuição e instinto de pai ou de mãe, e siga em frente.

Sempre os pais desejam e planejam o melhor, mas nem sempre o que é melhor para os filhos (as) em determinado momento, é o melhor para eles, ou o que eles ou elas realmente desejam... Pode ser frustrante isso que estou dizendo, mas é real.

Tem crianças que é mais aventureira, topa qualquer parada e todo tipo de viagem, e tem aquelas crianças mais caseiras, que gostam de viagens curtas, de sentirem acolhidas e seguras em sua residência... Têm os mais extrovertidos, os mais quietos, os que adoram uma competição... Cada um é um, nem mais, ou menos por ser como é, ou por ser diferente dos pais, por exemplo...

Vamos deixar nosso egoísmo de lado um pouquinho, e abrir precedentes e dar a chance de a gente conhecer, entender e participar do ritmo e do mundo da criança... Vamos ouvir e entender seu mundo e participar ativamente dele, é a maior atitude de amor que podemos ter, já que a criança não tem poder de escolha e decisão, não é verdade...

Vamos observar mais, participar mais, que o resultado vai ser mais feliz para toda família, garanto.
Beijos no coração e fiquem com Deus, até a próxima...
Ju
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E quando a adaptação no Ensino Infantil não acontece?


A vida é SIM, cheia de surpresas, imprevistos, mudanças de planos, e isso não pode ser encarado como falta de sorte, ou azar, alias, pode acontecer com qualquer família...

Se você estiver passando por essa situação, calma, nem tudo está perdido, e é mais comum do que você imagina, ser surpreendida com um resultado que não preenche nossas expectativas... Sim, a maternidade é uma caixinha de surpresas e não tem manual. Existem dicas e experiências que dão certo para uns e outros não...

Já contei neste post aqui, que eu coloquei o Vitor na escola quando tinha 2 anos e meio, achando que seria a melhor coisa do mundo, que ele iria adorar, mas foi um total engano...

O Vitor falou bem cedo, e por ser muito falante, e gostava muito de brincar (como qualquer criança), decidi colocar na escola, por conta de muitos “incentivos”, na qual afirmavam que ele iria amar a escola, porque lá teria muitas crianças para ele brincar...

Engano TOTAL.
Gastei dinheiro com matricula, uniformes, material escolar, e foi tudo ao contrário do que todas as pessoas me diziam... O Vitor não gostou e chorou todos os dias.

A adaptação foi feita, ficando pouco tempo na escola, mas mesmo assim nada dava jeito. Então, decidi seguir meus instintos e tirei da escola.

E na época algumas mães fizeram os questionamentos abaixo:
- Se meu filho iria mandar na mãe futuramente, se eu o tirasse dá escola...
- Se meu filho não iria gostar da escola futuramente, já que ele chorou e eu tirei... E no futuro iria chorar para me manipular novamente...

A criança com 2 anos de idade não tem maturidade sobre a questão de “manipulação”, ou seja, qualquer choro de criança, tem um motivo, seja carência, alguma doença, incomodo, sono, fome, entre outros motivos que deve ser observado pelos pais ou um profissional da saúde.
O melhor a fazer é sempre acolher o choro, entender, compreender, e não abandonar na convicção de que só assim não seremos manipulados por uma criança. Aqui, nesse contexto é mais uma questão de compreender e auxiliar uma nova etapa, que é a adaptação a escola, do que uma questão de adulto que é manipular os outros...

Para esclarecimento de dúvidas, e para a segurança dos pais, que desejam entender nossa experiência, de colocar e tirar da escola e só colocar novamente com 4 anos de idade foi assim:

- Meu filho foi mais seguro e confiante com 4 anos de idade na escola, curtiu muito aprender e fazer amigos novos.

- Ele chorou bem pouco nos primeiros dias, nada comparado quando foi aos 2 anos de idade, e é normal chorar um pouco, sentir insegurança.
- Ao longo dos dias meu filho percebeu que eu iria levar e buscar conforme o combinado, e logo ficou tranqüilo, fez amizades e curtiu muito a nova etapa.

- Ao contrário do que dizem ou pensam, meu filho criou um vínculo de amor e confiança ainda maior comigo, porque eu na época senti e percebi as necessidades individuais dele, e não fui egoísta e orgulhosa a ponta de não voltar atrás de uma decisão...

- Percebi que meu filho precisava desse tempo maior em casa, para desfraldar, para ter o cochilo da tarde que é recomendado até os 4 anos de idade, para ter o livre brincar em casa e ao ar livre, para a gente interagir como mãe e filho, com a natureza, etc...

Quando a criança é menor de 4 anos de idade, e a adaptação não acontece, você tem duas alternativas.

1) Tirar a criança da escola, e esperar completar 4 anos de idade. Nessa fase a criança estará mais segura, terá menos medo, e terá um domínio da fala bem mais ampla e segura. Nessa fase a criança geralmente já desfraldou o que também é muito bom para os pais e criança...

2) Procurar uma nova escola, visitar, conhecer, e conversar sobre o problema atual... Tentar negociar com a escola a possibilidade de fazer uma adaptação, antes de fazer todo o processo de matrícula, compra de uniformes e materiais escolares.

Se a criança for maior, o ideal antes de mudar de escola, é fazer uma observação minuciosa, para saber e entender qual o problema está desmotivando a criança na escola. Tenho um post aqui, falando sobre alguns motivos que levam a desmotivação dos maiores. Se for apenas insegurança, logo nos primeiros dias a criança se adapta.

Além de observar é necessário conversar em casa, perguntar sobre o que está acontecendo e depois levar a situação para a professora e direção da escola, que fará uma observação específica do caso.

Espero ter ajudado, esse texto é uma dúvida que precisava compartilhar e ficou pendente de publicar para as mães que passam pela mesma situação, e ficam inseguras sobre a questão de voltar atrás de uma decisão que no início parecia atrativa... Escute seu instinto de mãe e seja feliz.♥ ♥ ♥

Melhor é errar, ter a humildade de voltar atrás, perder um pouco de dinheiro e ver um filho em casa feliz (no meu caso lá na época, em 2013), aproveitando a infância, do que eu manter meu orgulho intacto dizendo que somente os fracos voltam atrás... Precisa ser bem forte para agüentar a pressão externa, ter humildade de perceber o individuo como único e dizer, pensei que foi assim, mas na verdade é assado... Borá mudar o rumo da história, porque essa não deu certo...

A vida é assim, cheia de erros e acertos, os pais não sabem tudo, mas se o seu foco sempre for fazer o bem, o que é correto, não visando dinheiro e oportunidades (somente), e sim o ser humano, mesmo quando você errar, saberá o melhor a fazer...
Beijos e até a próxima.
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