Seu filho tem um Pediatra? De mãe para mãe e os conselhos e instruções de especialistas e afins.


O pediatra é “sem dúvida nenhuma”, o especialista qualificado da área da saúde, responsável por orientar pais e mães, sobre os cuidados com o bebê em tudo.

É muito importante a mãe encontrar durante a sua peregrinação gestacional, um pediatra fixo e de confiança, para ter uma ficha da criança, desde o nascimento, “se for possível” até a entrada da adolescência.
Só assim, o médico sempre terá o histórico da criança, para instruir em casos de doenças, prescrever uma medicação que a criança esteja acostumada, saberá se a criança tem alguma alergia ou alergia de alguma medicação, se a criança tem refluxo, se ela se alimenta bem ou se toma complementos, etc.

Enfim, ter um pediatra de confiança hoje em dia é o mesmo que ganhar na loteria, ou seja, muito difícil.

É verdade.
Vou contar apenas 1, dos vários casos absurdos que já escutei de mau atendimento médico infantil.

Esses dias atrás eu escutei um caso absurdo.
Eu estava passeando no parque com meu filho e minha sogra, e um Senhor, que estava com seu neto passeando também no parque, comentou que sua filha ou nora não me recordo agora (perdoa a minha memória), "perdeu a neta dele com 40 dias de vida".

Esse Senhor comentou com a gente o seguinte: que a sua neta estava com um pouco de febre e a mãe da criança levou ela no hospital da região (em São Caetano do Sul) para consultar e verificar o motivo da febre.
A mãe da criança foi orientada a “internar a bebê” para verificação da causa da febre.
Após a informação, a mãe retirou a criança do hospital que estava e levou para internar no hospital da cidade vizinha (em Santo André).
Resumindo: A criança faleceu por infecção hospitalar e a causa da febre não foi detectada. 
Pois a criança era uma bebê, e sabemos que um bebê tem pouca imunidade e a internação em hospital deve ser um recurso de extrema necessidade.

Gente, isso é um alerta.

Mães vocês precisam começar a criar o hábito, de levar a criança em um pediatra de confiança sua ou de indicação da família.

Hospital nos dá a impressão de ter como ponto primordial o “salvador de vidas”, mas por incrível que parece, os hospitais seguem protocolos e raras vezes tem autonomia de pronto atendimento.
Protocolos, no sentido de regras de triagem.
Pode perceber.
O médico não tem muita autonomia para dizer ao paciente logo de cara, qual é o problema dasqueles sintomas e depois medicar.
Não, o médico não pode fazer isso no hospital.
Todo paciente precisa passar por uma triagem.
E você sabe, febre é um sinal de alerta do tipo: corre que o caso é sério e pode piorar.

O hospital é o local correto em casos de doenças?
Sim, mas também pode ser seu inimigo mortal, pois ali estão pessoas com todos os tipos de doenças que nem imaginamos, e no caso de um bebê, por exemplo, que não tem imunidade nenhuma, até que comece a tomar suas primeiras vacinas, pode ser fatal.
Assim como foi para a bebê dessa mãe, que foi orientada a internar-la.
Essa mãe não teve culpa, apenas seguiu uma instrução, uma triagem que todo paciente quando chega ao hospital precisa passar.

Não quero te apavorar Mamãe que me lê.

Mas não é de hoje que ouço mulheres dizerem que levam seus filhos aos hospitais.
Se você tem condições, leve seus filhos ao pediatra que não seja em hospitais.
Você só tem a ganhar, pois o médico sempre terá em mãos o histórico do seu filho (a).

Quando a mãe leva a criança desde bebê, em um único pediatra, o mesmo terá uma ficha completa de todo crescimento e desenvolvimento do seu filho (a).
É um histórico riquíssimo que ajuda as instruções imediatas e futuras de cada criança.

O pediatra do meu filho é o mesmo pediatra que foi do meu marido, ou seja, imagina a experiência de um médico anos trabalhando?
São mais de 30 anos trabalhando e isso é uma satisfação que nos passa total confiança.
Sou muito grata pelo trabalho do pediatra do meu filho, o Doutor Paulo Veullieme.
Na sala de espera daquele consultório já ouvi cada história cabeluda, que foi solucionada pelo “trabalho de amor e dedicação” desse homem, que nunca mediu esforços para cumprir sua missão com a vida do ser humano.
Sou mais grata ainda, por ele não ter se aposentado ainda (risos).

Nunca vi algo tão impressionante, como o trabalho do pediatra, porque a criança geralmente não sabe expressar onde dói, o que está sentindo, como iniciou aquele sintoma, se foi após uma refeição, um esforço físico, um tombo ou queda, enfim, o médico precisa ser bom.
E um bebê então?
O médico precisa detectar qual a causa do choro do bebê, mesmo quando não tem nada aparente, como febre ou falta de apetite.

Eu sei que nem todas as pessoas “encontram um bom médico” ou “tem condições de pagar” de repente uma consulta particular, porque não são todos os pediatras que aceitam convênio, mas vale a pena se sacrificar um pouco, principalmente pelos nossos filhos.

Além de um bom pediatra, que é o especialista na área da saúde, que cuida de bebês e crianças, não se esqueça do “instinto de mãe” e também das especialistas e afins, que são nossa mãe, sogra, tia, vizinha, amiga, etc.

Sempre que você mãe, tiver um filho doente, seu instinto de mãe e até a experiência que você vai adquirindo, também é um sinal que não se deve ignorar.

Ouça sempre seus instintos mamãe, e sempre que tiver dúvida, converse com outras mães, como sogra, sua própria mãe, uma amiga.
Essas pessoas já vivenciaram muitas coisas, e pode contribuir com alguma  informação, quando você estiver com dúvida.

E siga sempre o seu coração.

Não sei explicar, mas a gente sabe quando tem algo de errado com nossos filhos.

Quando a instrução de um médico está muito fria para o seu gosto e você percebe que não é só um resfriadinho ou virose, como os médicos costumam dizer, procure outro especialista, outro pediatra.
Mas nunca se conforme quando você perceber algo errado.
Veja a história da mãe Luísa Aranha, do blog Mamãe Neura, contando o caso do seu filho, na busca de um médico competente, não aceitando apenas o tal do diagnóstico “virose”: http://www.mamaeneura.com/nao-desista-filho/#more-2000

Tenho ficado preocupada quando ouço tantos relatos de mães “justificando” certos conselhos e instruções, vindas dos pediatras de seus filhos, tipo assim:

-O pediatra do meu filho mandou não colocar salnenhum” em suas refeições até 1 ano de idade.
Na seqüência a mãe fala que a criança não quer comer mais nada salgado e me pergunta se eu coloco sal na comida do meu filho.
(A minha vontade é perguntar para a pessoa se ela come comida sem sal, ou se alguma vez na vida ela comeu comida sem sal. Eu já comi comida sem sal, da minha avó paterna que tinha diabetes. Horrível, coitada da minha vó, quando lembro...)
Mas voltando ao assunto...
Eu respondi que sim, eu coloco sal na comida e ainda adoço com açúcar o suco de laranja lima, pois prefiro que meu filho tome o suco com um pouco de açúcar, do que não tome nada.

Neste caso acima, eu perguntei para a mãe se a criança tinha algum problema de saúde, ou diabetes, mas a mãe disse que sua filha não tinha nada, foi apenas orientação do pediatra para não colocar sal na comida da criança.

Ora, bolas, então porque “raios” não colocar sal na comida da criança?

A criança está iniciando seu paladar, experimentando as comidas doces, salgadas, frutas e como o médico orienta a mãe a tirar o sal da comida, se a criança não tem problema com o sal?

Bom, esse foi somente “um relato” do que eu tenho ouvido por ai e confesso que tenho ficado abismada, e de queixo caído.

“Penso” que os médicos precisam deixar suas “crenças e particularidades” de lado e orientar o “correto e usual”, desde que o mundo é mundo.

Por isso digo, siga seu coração, pois já ouvi cada coisa por ai.
Muitas das vezes seguimos conselhos ou instruções que no fundo achamos sem fundamento e fazemos por pensar que está correto, por entender que aquela pessoa tem mais conhecimento do que a gente.
Nesse caso, seja forte e faça o que você acha correto e bom para o seu filho (a).

E não deixe de buscar um “médico pediatra de confiança”, para levar seu filho (a), pelo menos em casos de extrema urgência. Porque todo cuidado é pouco, se tratando de doenças, principalmente em nossos filhos.

E se o médico tiver idéias, conselhos e instruções radicais e fora do contexto da sua educação e conhecimento, procure outro médico.
Se você tiver dúvida, sobre qualquer conselho ou instruções vindas de pediatras ou até parentes mesmo, pense na coerência e use seu instinto de mãe.

E nunca perca a fé em Deus.

Um forte abraço

Mãe Sem Fronteiras.

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